10/09/2014 - 00:15
fábio cortez / NJ
Contas do vice-governador Robinson Faria (PSD) tem diferença de R$ 6,1 milhões entre arrecadação e despesas
A segunda prestação de contas das candidaturas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) revelou que a campanha conduzida pelo vice-governador Robinson Faria (PSD) tem o terceiro maior rombo dentre as campanhas à chefia do executivo em todo o país. O dado foi revelado por meio de levantamento do jornalista Felipe Bächtold para o blog “Brasil” (http://brasil.blogfolha.uol.com.br/) , da Folha de São Paulo. As contas foram apresentadas pelos políticos no início deste mês.
A diferença entre a arrecadação de Faria e seus gastos é um pouco superior a R$ 6 milhões, ficando atrás apenas das campanhas conduzidas por Reinaldo Azambuja (PSDB-MS), com déficit de R$ 8 milhões, e Alexandre Padilha (PT-SP), que apresenta R$ 30,8 milhões gastos acima do que foi arrecadado até o início de setembro. O candidato do PSD arrecadou, segundo a sua prestação de contas, R$ 1,63 milhão. Deste montante ele próprio foi doador de R$ 275 mil.
Apesar do déficit, Robinson gastou cerca de R$ 630 mil a mais que seu concorrente direto ao Governo do Estado, o deputado federal e presidente da Câmara dos Deputados Henrique Eduardo Alves (PMDB), configurando o maior gasto de campanha neste pleito no Rio Grande do Norte.A grande diferença entre as duas candidaturas ao executivo estadual no quesito “finanças” é o tamanho da arrecadação. Alves está fora do “vermelho”, com uma sobra de caixa de R$ 12 mil por conta da arrecadação de R$ 7,11 milhões.
Assim, as disputas pelo comando do Governo do Estado e pela cadeira no Senado Federal já consumiram pouco mais de R$ 22,1 milhões, de acordo com a segunda prestação parcial de contas apresentada pelos candidatos ao Tribunal Superior Eleitoral no início deste mês. Os gastos são puxados pelas duas principais chapas que concorrerem os cargos. Os dados da segunda parcial foram divulgadas sábado recente e estão disponíveis no TSE.
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