![]() Apesar da rotina atribulada, empresária Luciana Cavalcante decidiu priorizar saúde e praticar exercícios. |
O coração das mulheres é mais vulnerável a infartos do que se pensa. Durante muito tempo as doenças cardiovasculares (infartos, AVCs e outros) foram significativamente associadas ao sexo masculino. Dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) revelam que há cinquenta anos, de cada dez mortes por infarto, nove eram de homens e uma era de mulher; hoje em dia, essa proporção está em seis homens e quatro mulheres. Em 2010, 41.211 mulheres foram vítimas de infarto no país, enquanto os homens lideram com 57.534 mortes. No Dia da Mulher, o Diário de Natal traz informações importantes relativas ao tema e dicas de como se cuidar e prevenir as doenças cardiovasculares.
De acordo com o presidente da Sociedade Norteriograndense de Cardiologia, Carlos Alberto Faria, a incidência de doenças cardiovasculares entre as mulheres tem aumentado, principalmente, por fatores psicossociais. "A mulher hoje ocupa mais espaço na sociedade, muitas não tem nem jornada dupla mais e sim tripla: cuidam da casa, dos filhos, do marido, e ainda trabalham fora. Consequentemente têm menos tempo para se cuidar, ir ao médico, praticar uma atividade física, se alimentar bem, enfim, tomar cuidados essenciais à prevenção desse tipo de doenças. O resultado é um número cada vez maior de mulheres sofrendo infartos ou acidentes vasculares cerebrais", disse.
Para a maioria das mulheres o infarto é quase assintomático. As mulheres de 45 anos correm 30% mais riscos que os homens da mesma idade de ter um infarto, sem dor no peito. Esse índice cai para 25% na faixa entre 45 e 65 anos e a diferença só vai desaparecer após os 75 anos, segundo estudo publicado pela American Heart Association. Apesar da mudança de comportamento e do ritmo de vida as mulheres podem reduzir os riscos de uma doença cardiovascular. "O melhor tratamento é a prevenção. Para isso é preciso ter um cuidado especial da dieta, já que a obesidade aumenta o risco cardiovascular, praticar uma atividade física regularmente; além de ir ao médico efazer exames de saúde periodicamente", orienta o cardiologista Carlos Alberto Faria.
Qualidade de vida
É o que tenta fazer a empresária Luciana Cavalcante, de 38 anos. Casada, mãe de dois filhos, e proprietária de duas escolas de idiomas com mais de 50 funcionários para administrar, ela não abre mão dos cuidados com a saúde e com a alimentação. "Eu faço Kung Fu três vezes por semana e Hipismo duas vezes. Além disso, durante a semana eu procuro evitar exageros na alimentação para manter o equilíbrio. Não é fácil manter essas atividades com o ritmo de vida que eu tenho, mas é uma questão de priorizar a saúde", diz.
Luciana conta que começou a praticar atividade física há dois anos e garante que as mudanças na qualidade de vida são nítidas. "O problema é que hoje em dia as mulheres assumem muitos papéis, têm muitas responsabilidades e acabam esquecendo de se cuidar. Era o que acontecia comigo. Eu levava meus filhos para a escola, para o esporte, cuidava da empresa, fazia um malabarismo para conseguir administraras atividades de todo mundo e esquecia de mim. Foi aí que eu percebi que eu precisava me incluir nesses cuidados porque se eu não estiver bem todo o resto vai desmoronar. Comecei a praticar exercícios e percebi que minha saúde melhorou muito. Eu ficava muito gripada, tinha menos disposição, hoje não me lembro nem quando foi a última vez que fiquei doente".
O cardiologista Carlos Faria confirma que esse é o caminho certo. "Todos esses cuidados com a saúde aliados a um acompanhamento médico regular pode evitar muitos problemas de saúde e, principalmente, os cardiovasculares", diz Carlos Faria.
De acordo com o presidente da Sociedade Norteriograndense de Cardiologia, Carlos Alberto Faria, a incidência de doenças cardiovasculares entre as mulheres tem aumentado, principalmente, por fatores psicossociais. "A mulher hoje ocupa mais espaço na sociedade, muitas não tem nem jornada dupla mais e sim tripla: cuidam da casa, dos filhos, do marido, e ainda trabalham fora. Consequentemente têm menos tempo para se cuidar, ir ao médico, praticar uma atividade física, se alimentar bem, enfim, tomar cuidados essenciais à prevenção desse tipo de doenças. O resultado é um número cada vez maior de mulheres sofrendo infartos ou acidentes vasculares cerebrais", disse.
Para a maioria das mulheres o infarto é quase assintomático. As mulheres de 45 anos correm 30% mais riscos que os homens da mesma idade de ter um infarto, sem dor no peito. Esse índice cai para 25% na faixa entre 45 e 65 anos e a diferença só vai desaparecer após os 75 anos, segundo estudo publicado pela American Heart Association. Apesar da mudança de comportamento e do ritmo de vida as mulheres podem reduzir os riscos de uma doença cardiovascular. "O melhor tratamento é a prevenção. Para isso é preciso ter um cuidado especial da dieta, já que a obesidade aumenta o risco cardiovascular, praticar uma atividade física regularmente; além de ir ao médico efazer exames de saúde periodicamente", orienta o cardiologista Carlos Alberto Faria.
Qualidade de vida
É o que tenta fazer a empresária Luciana Cavalcante, de 38 anos. Casada, mãe de dois filhos, e proprietária de duas escolas de idiomas com mais de 50 funcionários para administrar, ela não abre mão dos cuidados com a saúde e com a alimentação. "Eu faço Kung Fu três vezes por semana e Hipismo duas vezes. Além disso, durante a semana eu procuro evitar exageros na alimentação para manter o equilíbrio. Não é fácil manter essas atividades com o ritmo de vida que eu tenho, mas é uma questão de priorizar a saúde", diz.
Luciana conta que começou a praticar atividade física há dois anos e garante que as mudanças na qualidade de vida são nítidas. "O problema é que hoje em dia as mulheres assumem muitos papéis, têm muitas responsabilidades e acabam esquecendo de se cuidar. Era o que acontecia comigo. Eu levava meus filhos para a escola, para o esporte, cuidava da empresa, fazia um malabarismo para conseguir administraras atividades de todo mundo e esquecia de mim. Foi aí que eu percebi que eu precisava me incluir nesses cuidados porque se eu não estiver bem todo o resto vai desmoronar. Comecei a praticar exercícios e percebi que minha saúde melhorou muito. Eu ficava muito gripada, tinha menos disposição, hoje não me lembro nem quando foi a última vez que fiquei doente".
O cardiologista Carlos Faria confirma que esse é o caminho certo. "Todos esses cuidados com a saúde aliados a um acompanhamento médico regular pode evitar muitos problemas de saúde e, principalmente, os cardiovasculares", diz Carlos Faria.

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